Método
Na pele negra, não basta tratar a acne.
O Método Clean Skin trata inflamação, mancha pós-inflamatória e manutenção — o protocolo que já foi à RIT TV e à Rádio Capital.
Falar no WhatsApp
O que o método faz
Acne adulta abala a confiança — principalmente quando a mancha fica. Em pele negra, o protocolo errado vira hiperpigmentação difícil de tratar. O Clean Skin nasce desse olhar: diagnosticar, controlar a inflamação, prevenir a mancha e acompanhar. Nos casos ativos, a desinflamação da pele (microbiota) já entra no dia da consulta.
01 Diagnóstico
Não começa pelo laser: começa pela leitura. Tipo de pele, grau da acne, o que já foi tentado, se a mancha já está aí e como a melanina reage. Sem esse mapa, qualquer protocolo é chute — e na pele negra o chute vira hiperpigmentação.
02 Inflamação
Acne ativa é inflamação, não só espinha. O método controla a lesão, o sebo e a microbiota. Laser e conduta clínica entram quando a pele pede — e, nos casos ativos, a desinflamação já começa no dia da consulta. O objetivo é tirar o fogo, não maquiar o sintoma.
03 Mancha
Na pele negra, a espinha passa e a mancha fica: a melanina responde demais à inflamação. Por isso o Clean Skin trata os dois juntos. Clarear sem desinflamar, ou desinflamar sem cuidar da mancha, é deixar o trabalho pela metade.
04 Manutenção
Acne volta se a pele ficar sozinha. Depois do controle vem o acompanhamento e o skincare da clínica — o que sustenta o resultado na rotina, não só na maca. Pele estável é protocolo contínuo, não foto de um dia.